segunda-feira, outubro 16, 2006

All we need is dovesouffle, ratatatataaaaaaaaaaa!



"Espécime avícola na cavidade metacárpica, supera os congéneres revolteando em duplicado"

Odeio pombas: quero vê-las fuziladas das cidades. Por mim era uma metralhadora, um mercenário, e zero pombas! Adios chicas...

Sair de casa...

Isto de ter "two places you call home", é o mesmo que não ter merda nenhuma. Eleges um temporariamente home, para onde, se tiveres espaço, levas livros e livrinhos, cds, dvds, o rádio leitor de cds, televisão, leitor de dvds... tudo para dar um aconchego a um local que não é teu, que nunca será teu, e que tu não desejas que seja.
A outra home fica despojada da tua essência, sempre arrumada, as almofadas no lugar, e começa lenta, mas inexoravelmente, a ser invadida por ursos de pelucia, que não são, nem nunca foram teus; por cacos oferecidos por gente desprovida de sentido estético, e que estavam escondidos no quarto do meio (não o virtuoso, mas aquele quarto tipo guarda-fatos Lewisano, em que se mete tudo o que não se quer ver, nem ter).
Assim, regresso a casa, ao meu quarto despojado de identidade, onde uma estranha limpa o pó de vez em quando, e ao olhar com saudades para a estante onde tenho os livros que fizeram e fazem de mim o que sou, dou de caras com uma estátua ao contrário. A criatura não soube vislumbrar qual era a parte da frente, muito ao meu estilo: nunca sei qual o lado direito de um napron redilhado.
Mistérios da vida, mas hoje ao ler o Sol, senti-me em casa, quando antes lia o Expresso.

quarta-feira, outubro 11, 2006

Babe I'm on fire!

Quero outra vaca leiteira,
Mas não outra vaca qualquer
Não quero leite, nem manteiga
Nem vaca gorda feia
Talim talão!

Um colar eu lhe comprei
Aquela vaca gostou
Passeia pelo Shopping
Passa cheques com agrado
Talim Talão! (adeus dinheiro!)

terça-feira, outubro 10, 2006

Torce e cola

Azares da vida... Deus castiga, não é?
Mal acordei na 2ª de manhã, dei tal mau jeito ao pescoço que fui (depois de uma longa caminhada para o escritório) pouco direita para as urgências... Azar dos azares, 2ª é o pior dia para alguém ficar doente. Eram velhos e velhinhos, em cama e cadeira de rodas, eram quarentões de palito no canto da boca, refilões... Estive 2 horas para passar a triagem!
Diagnóstico: cervicalgia... vulgo torcicolo.
Agora apelo à vossa imaginação... Eu toda torcida. Para me vestir foi um inferno. Parecia uma anormal a pentear o cabelo. Tive de calçar as sapatilhas, e empurrar com o dedo os tacadores para dentro da sapatilha... quando bebo àgua o copo fica a meio... e lavar os dentes é uma aventura! Giro não é? Daria um belo sketch.
Mas doi que se farta, e ando a tomar medicamentos para o reumatismo, como os velhinhos... Ri-te, Ri-te! deus castiga! (castigat ridendo mores)

segunda-feira, outubro 09, 2006

Se gostasse tanto de cigarros como de bacalhau...



Se o homem tivesse sido feito para fumar teria nascido com uma chaminé na parte de trás do pescoço.
Eu comecei a fumar estupidamente no 1.º ano da faculdade, foi um bocado aquela coisa de a Maria vai com as outras… E eu que era completamente contra o consumo de tabaco. Drogas leves, mais concretamente maria-joana, até era a favor, agora tabaco achava ridículo, só podia fazer mal aquela porcaria… Mas a Maria foi com as outras, cigarro com café sabia bem, com leite frio também, depois dum grande jantar e com uma cervejinha, que bom…E tentar fazer bolinhas… tentar mesmo, porque faze-las só mesmo de longe a longe.
Estou com um cigarro na unha e com uma dúzia no maço… Há meses que penso em deixar de fumar, até já tive 2 tentativas frustradas. Claro, força de vontade é tudo e eu não queria deixar.
É de arregalar os olhos e abrir a boca até ás orelhas quando se faz contas aos cigarros que já se fumaram e que se continuam a fumar, diariamente, quase sem interrupções. Se cada cigarro nos tira 2 minutos de vida em cerca de 6 anos, fazendo as contas a 10 cigarros por dia isto dá uns 21900 cigarros, foda-se é demasiado, nem quero continuar a fazer contas. É saúde e dinheiro deitados ao lixo…
Hoje em dia nem sempre o cigarrito me sabe bem, ás vezes nem sei porque fumo ou nem dou conta que acendi o maldito rolo de papel com cancro lá dentro e está mal, está mal.
Tinha estipulado o fim do curso para me livrar desta porcaria, suponho que seria mais fácil, mas nunca vai ser fácil…
Gostava de dizer que este vai ser o meu ultimo maço maldito e adorava nem sequer o acabar, vou tentar mais uma vez, desta vez vou-me esmerar na força de vontade… Só espero no próximo post não escrever um choradinho de desculpas acerca do porquê de continuar a fumar.
E era simpático deixar de fumar, estou meio constipado desde a festa do avante e tenho a certeza que se não fumasse já andava rijo que nem um pêro.
O Bacalhau quer alho
, é o melhor tempero, quem comer alho fica rijo que nem um pêro… Não gosto de bacalhau.

domingo, outubro 08, 2006

Posta chatinha

Chato chatinho este domingo, se não faço nada sinto-me mal, se faço demais na segunda estou cansado. Só há dois dias de descanso e o 2.º torna-se stressante duma forma entediante… Já foi bem pior, lembro-me de domingos em reuniões de família acompanhadas pelo Big Show Sic, ou o filho da puta do domingo em que fui obrigado a desperdiçar a tarde numa comunhão duma prima que nem conhecia e nem conheci.

É chato ter que escrever propostas de trabalho para os meus professores, à parte do “quero fazer o que me apetecer, o que gosto, da forma que preferir” é difícil preencher umas quantas paginas com treta e referencias que por vezes nem são assim tão importantes. E nas exposições de Serralves todas megalómanas com coisas do arco-da-velha, com todo aquele texto em letras aparatosas, será realmente necessário?.. Se a obra fala por si o texto sufoca-a, e se não fala por si, não vai ser por ler uma composição toda floreada com palavras estranhas e vistosas acerca da pesca do bacalhau que vou compreender… Esta a nossa mania de dizer as coisas subtilmente, com grandes teorias, grandes justificações… Quero pão com chouriço, caralho!

E o futebol anda uma chatice também, o Benfica não joga nada há uma dezena de anos e isso tira a piada toda… O facto dos de vermelho terem ganho um campeonato numa das épocas mais chatas de sempre do futebol nacional também não teve assim muita piada… E soube a pouco.

E é chato toda a gente fumar coisas ilícitas e no entanto não existe uma coffee shop em Portugal e os dealers são mitras… E depois no Porto à noite se és teso, simplesmente não tens noite fora de casa. Há sempre o sítio do costume, mas como o pingo doce, também esse já chateia.

É chato ser finalista dum curso de 5 anos, principalmente se já perdeste um. Mais chato é veres os marmanjos que entram agora no mesmo curso que tu e vão ter muito menos trabalho e dentro de 6 anos podem já estar licenciados e mestrados, que cabrões!

E depois é chato o aquecimento global, o arrefecimento global, não perceber a quantas é que o tempo anda. É chata, a fome no mundo e a guerra no Iraque, chateia-me saber que a Coreia vai fazer testes nucleares e que o Fernando Santos ainda está no Benfica, chateia-me a Paula Bobone e irrita-me nunca ter tido o prazer de espetar uma tarte na cara de alguém, chateia-me ver um filho do presidente a presidente e um presidente que sonha ser o George Clooney e que tem pinta de sportinguista…

Chateou-me hoje ir jogar Playstation e verificar que o DVD boot que me deixa correr jogos pirateados estava estragado, fiquei ainda pior quando me apercebi que não podia fazer queixa a ninguém pois estava a fazer algo ilegal… E por consequência fiquei fulo depois de gastar mais de 1gb em tráfego internacional a tentar sacar vários supostos primeiro episodio da terceira série de LOST a partir de varias fontes diferentes para garantir que pelo menos um ia funcionar e depois eram todos FAKE! ARGHHHHHHHHHHHH!

E se é chato, se é chato coça, se coça faz ferida, se faz ferida tem que ir ao medico, se tem que ir ao medico tem que se pagar, se tem que se pagar é chato, se é chato coça, se coça faz ferida, se faz ferida tem que se ir ao medico, se tem que se ir ao medico tem que se pagar se tem que pagar é chato…

sábado, outubro 07, 2006

CHATOS

Há pessoas chatas, mas há seres que ultrapassam todos os limites. Falo dos Ditadores da chatice, Imperadores da estupidez, Reais Soberanos da conversa mole, Duques do narcizismo megalómano, Condes da voz insuportável.

Uma adjectivação tão numerosa não pode deixar de publicitar, para os mais atentos, que a lamentável autora deste post se encontra em estado de desgraça.

Pois bem, imaginem um sujeito, a que aleatoriamente chamaremos F.
Este sujeito, encarna o mais vil dos Imperadores da chatice. Sua exa não sabe que é incómodo, sua exa ri-se quando o mandam calar, a sua voz é adorável e o que diz pérolas, que ele por misericórdia desperdiça em plebeus (sua exa tem tios, primos, relações em todo o lado).

Virar as costas a sua exa é piada, dizer que sua exa é um chato, não é uma constatação óbvia, é uma anedota que recarrega as chatas baterias duracel de F, e lhe dá alento para mais uns looooooongos minutos a ouvir-se.
F não pensa. Como todo o chato, relaciona um qualquer facto, que qualquer incauto (também chato) deixou escapar, liga-se à corrente, e lá vai ele!

F é tão chato, que não fora o aproveitamento escolar, dizer-se-ia que é atrasado.
F é como uma mancha na melhor toalha, como o borboto nas camisolas benetton: é uma porcaria , mas é também inevitável que nunca nos iremos livrar deles.

Não posso deixar de pensar, com uma certa delícia, que da próxima vez que chamar a alguém chato, lhe estou a chamar, implicitamente, tudo o que aqui consta, que essa pessoa certamente não merece, mas que serve de compensação para a quantidade de vezes que mandei calar F... sempre em vão...

Calem-se os oportunistas. A tese da estupidez em directo só funciona em espécimes ainda não expostos a F.

Não sou crente, mas vou rezar por um milagre (o chato tem uma saúde de ferro, nunca adoece, mas tem sempre voz de constipado).

terça-feira, setembro 26, 2006

Canção do arguido bandido

(cortesia de Martinni Rosso de Vila a Concelho)


Já tive arguidos de todas as cores
De várias idades, credos e valores
Com uns até ao recurso fiquei
Com uns apenas um pouco me dei
Já tive arguidos do tipo atrevido
Do tipo acanhado, do tipo vivido
Porrada, injúrias, difamação
Já tive burla e até ciganão
Arguidos cabeça, e desequilibrados
Arguidos confusos, de tanto me faz
Mas na prisão, traumatizados
muda de ideia, não me deixa em paz

Procurei em todos os arguidos a bela justiça
Mas não encontrei e fiquei na premissa
Tudo começa bem, mas tudo tem fim
Arguido, bandido de cantiga fácil
Você não mente, você é a Verdade
Prisão acontece, culpa dos oficiosos
Pedem justiça e nada mais!

segunda-feira, setembro 25, 2006

Convite

Na próxima sexta-feira na cidade invicta, na avenida Rodrigues de Freitas, depois da faculdade de Belas Artes, depois do Colégio, sim em direcção à rua Duque de Loulé, depois do Jardim S. Lazaro e em frente ao restaurante Pink, naquela casa de azulejo encarnado, inaugura a nova e fantástica exposição de artes plásticas.
Vão participar nomes tão sonantes como o meu, Jeff Koons. Já ouviram falar certamente.
O meu pai diz-me que afinal eu não me chamo Jeff Koons e que afinal sofro de doença bipolar.
Ora bem…
Chamo-me Bruno e além de mim, vai participar o Bruno, que é outro, e vai mostrar a sua fantástica bicicleta de dois andares. Depois é só gajas, a Anabela, a Sandra, a Rita, a Maria João e a Ana. Espero não me ter esquecido de ninguém...
Vamos ter escultura e instalação, ilustração e serigrafia, um cheirinho de fotografia e coisas giras… Talvez haja pintura também, mas isso cá para mim deixou de existir com a morte do Picasso. Ah e projecções, também vamos ter disso!
Na sexta o bar está aberto e o Rafa passa musica bem catita, o espaço é o Artes Múltiplas e é um espaço simpático…
Quem aparecer será bem-vindo, que não aparecer escusa de perguntar como foi porque nos vamos fechar em copas.
E como disse o bar está aberto e não é aberto… Além disso a cerveja não é muito barata.

Pelo menos posso garantir com quase 100% de certeza que nesse dia e nesse espaço o único atentado à vida que pode acontecer é o de coma alcoólico… A mim não me acontece nada porque a cerveja não é barata e além de ser teso tive uma gastroenterite recentemente e não posso abusar.

09/11

Já passaram 2 semanas do aniversário do atentado às torres gémeas… Deixamos escapar isso, caraças!
Estou magoado e indignado, ainda não tivemos nenhum atentado, o EURO de futebol, tanto de seniores como de juniores, passou por cá e nada, o festival erótico tem passado por cá e nada…
O Durão Barroso, bem tentou trazer-nos um atentado com a reunião na base das lajes e o máximo que consegiu foi ficar em 2 ou 3 fotos... Nada aconteceu!

O Sócrates não faz nada… Os comunistas só pensam na festa do avante… O bloco só pensa na Holanda… Tivemos o Paulo Portas a ministro da defesa e nem assim…
Inglaterra já teve, Espanha já teve… E nós? Mais uma vez esquecidos!
Ah!... Esperem, afinal está a haver um atentado! Já me tinha esquecido que o Fernando Santos está a treinar o Benfica.
Agora vou a Lamego dar uma voltinha de helicóptero.

sábado, setembro 16, 2006

Débito pré-coitrantual

Para frequentadores de conversas pseudo-intelectuais de café, com juristas à mistura, e que julgam reconhecer o termo, desenganem-se! O débito conjugal, o justificador de muito divórcio nos dias que correm, foi actualizado para um inovador conceito técnico-jurídico que passo a explicar!
Mulheres Portuguesas! Alegrai-vos! Nasceu o palavra que vos vai pôr a dar pulos de alegria! Acabou-se o "querida, estou cansado", o "bebé, hoje não"! Se ele diz não, respondam com uma acção judicial de condenação por responsabilidade pré-contratual, fundada na violação do débito pré-coitrantual!
Como o nome indica, trata-se de uma modalidade de débito conjugal actualizado para a mulher moderna, casadoura, com namorado, amigo colorido, amante, ou junta de facto, em que se exige que o parceiro cumpra os seus deveres. Débito pré (antes), coit (sexo), trantual (de contrato e tântrico). Aqui a similitude dos conceitos auspicia exito para o futuro desta nova palavra.
Acabou-se o chuchar no dedo!
Se acaso a ameaça não bastar, contactar esta vossa humilde servidora para aconselhamento jurídico e tratamento processual. Os honorários são remetidos por correio registado com AR.

domingo, setembro 10, 2006

Da janela do meu quarto


Todos os anos acabamos o Verão com os mesmos projectos.
Eventualmente a resposta reside no conceito: projectos não realizados, a-realizar-em-hipotético-futuro-próximo.
Mais um ano sem férias no estrangeiro, mais um ano sem inter-rail, sem Santiago de Compostela, sem Corunha, sem sul de Espanha...
Somos todos pessoas ocupadas, mas será tudo isto falta de planeamento?
Sonhar não basta, é preciso viver! Já chega de aventuras imaginadas à janela de um quarto.
Medusasss farta de paragens imaginárias, de ficções vividas em nome de terceiros, vem por este meio declarar que para o ano é que é!
ahahah!

sexta-feira, setembro 08, 2006

Avé café que fazes maravilhas!!!

Avé café que tiras rabugice,
Que fazes andar para o trabalho aqueles que doutra forma andariam na má vida,
Que acordas quem anda a dormir, desatento,
Que dás trabalho aos paises do 3º mundo,
Que és o nó vital da economia mundial, sem que niguém te agradeça, ó Café!

Bendito aquele que reconhece que sem café não há noitadas,
Sem café não há coca-cola,
Não há licenciaturas tiradas,
Nem namoros a horas improvaveis.
Nem tertulias pseudo-intelectuais no tropical,
Nem amigos de circunstância,
Não há Vida, não há presente... apenas a memoria baça do passado.

quinta-feira, agosto 31, 2006

Agosto de 1967

“Pela primeira vez, Construções na Areia, uma iniciativa do Diário de Notícias que remonta a 1952, viu um dos seus jovens escultores ser distinguido como vencedor absoluto do Concurso Internacional de La Baule, em França. Foi Américo Rajão, que na areia esculpiu, primorosamente, O Desterrado de Soares dos Reis.
O júri internacional, como já sucedera com o de Portugal, não teve alternativa, apesar do alto nível apresentado pelos concorrentes, representando nada menos que 14 países. Américo Rajão era o primeiro entre os melhores. (...)”*
* A vida das Imagens, Editorial Notícias

Segundo rezam esta foi a primeira medalha de ouro conquistada por Portugal numa competição internacional... Seria uma pequena conquista hoje em dia, na altura os tempos eram bem diferentes e debaixo do fascismo, esta vitória foi motivo de orgulho e de felicidade para inúmeros portugueses de pé descalço, tal como Américo.
Filho de pescadores que aos 14 anos venceu uma prova internacional cujo prémio seria uma viagem aos Estados Unidos e ao Canadá, país anfitrião da EXPO 68 que tinha como atracção principal a exposição das primeiras televisões a cores.

O seu sonho era tornar-se escultor como Soares dos Reis e continuar a fazer bonecos.

Parabéns.

Não há festa como esta...


É aqui que os moribundos se vão encontrar este fim de semana

segunda-feira, agosto 28, 2006

Silly Season away!!!

Apesar das férias estarem moribundas, a estrebuchar, não posso deixar de sentir que apesar da Sillyness teoricamente acabar com a época balnear(nos dois sentidos), que esta rentrée é tudo menos séria.
Assim confirmo teoria do mais alto gabarito: Portugal nunca cessa de ser Silly, tem má formação congénita, crónica e patológica.

Se alguém perguntar quem sou, para onde fui, de onde vim, digam que tudo é possível vindo de uma Portuguesa, mas que há grandes probabilidades de estar emigrada. (shame on me!)

sexta-feira, agosto 25, 2006

Mas afinal?!

Na sequência do longo e badalado “caso Mateus”, Gil Vicente apresentou uma providência cautelar a contestar o acórdão do Conselho de Justiça que despromovia o clube à liga de honra por troca com o Belenenses.
Já esperava que avançassem para os tribunais civis… A FIFA pode mesmo retirar-nos os clubes das competições europeias e a selecção das provas internacionais à custa desta atitude, mas isso são contas de outro rosário.
O que me surpreendeu nisto tudo foi a resposta do Juiz…

“Eis os parágrafos finais do acórdão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa que deixaram confusos os responsáveis da Liga: "Com efeito, com o acto de citação das Requeridas, suspensas ficam as decisões administrativas impugnadas, tudo se mantendo, como se estas não existissem com as consequências daí necessariamente decorrentes, designadamente no plano desportivo ou de intervenção nos campeonatos mencionados no articulado inicial. Pelo exposto, indefere-se o decretamento provisório das medidas cautelares requeridas".”*

Não admira que estes senhores se sintam confusos. Mas que raio de língua fala a justiça portuguesa?

PS: Medusasss sentes-te capaz de traduzir isto?

*Fonte: O Jogo

Ele não passava recibos...

quinta-feira, agosto 17, 2006

Menos animados ca dita vaca...

Já se falou de queijo, de coisas amarelas, supomos nós relativas a lacticinios, mas ainda n se falou desta seca de Verão!!! Qdo for grande quero uma vaca louca: ao menos não falha animação!

quinta-feira, agosto 10, 2006

Weeeeee

Pois é, finalmente pode-se dizer que isto até está bonito, carago! Com a ajuda dum amigo lá consegui dar um jeito a isto. A ver vamos se agora é a valer…

E tão bom falar para as paredes.